Umbra-Projekt

umbratic aesthetics

 

http://www.youtube.com/watch?v=IER0WL65VFA&feature=related

 

A excêntrica banda Sopor Aeternus (nome em latim para “Sono Eterno” – ou seja, morte) foi fundada em 1989, na cidade de Frankfurt, Alemanha, por Anna-Varney e Holger, que se conheceram em uma casa noturna gótica. O complemento do nome da banda – Ensemble of Shadows (Conjunto de sombras) – é uma referência à influência dos mortos na composição das músicas, segundo Anna-Varney. Entre 1989 e 1992, foram lançados os seus primeiros trabalhos, que se trataram de uma tríade de demos com letras intensas e profundas, mas cujo som era tecnicamente muito ruim (Es reiten die Toten so schnell, Rufus on my lips e Till time and times are done). Logo após o lançamento das demos, Holger deixa a banda. Em 1995, a banda teve cinco músicas integradas nas coletâneas What Sweet Music They e Jekura – Deep the Eternal Forest (dentre elas, duas eram covers do Black Sabbath – “Paranoid” e “A National Acrobat”).
Pode-se dizer que o som do Sopor teve inspirações em bandas eletrogóticas da década de 1980. Anna-Varney, no entanto, soube dar às músicas um toque sombrio e sinistro que as demais daquela época não possuíam, caracterizando suas composições de forma singular. Em determinados momentos, é praticamente impossível dizer se a voz de Anna-Varney é masculina ou feminina, o que é tido por alguns como perturbador.
A respeito de Varney, talvez o mais intrigante seja sua sexualidade. Seu verdadeiro nome nunca foi revelado, sendo Anna-Varney Cantodea apenas um pseudônimo. Nas fotos, Varney sempre aparece nu, com ausência de órgãos genitais (assexuado).
Correram boatos de que ele teria nascido hermafrodita ou intersexuado, mas ele mesmo tratou de desmentir isso, afirmando que nasceu homem e que o motivo de ter sua área genital trabalhada em computador, em vez de se transformar cirurgicamente em uma mulher, são conflitos espirituais.
Aliás, muitos mitos surgiram no decorrer dos anos em relação ao Sopor Aeternus e poucos fatos puderam ser constatados ou desmentidos. A banda não se apresenta ao vivo e prefere manter-se afastada da mídia, evitando entrevistas e aparições em público. As poucas declarações que deram até hoje foram muito superficiais, limitadas ao básico e quase-óbvio, nada reveladoras.
Tradução de Denise Pasito Saú (Le Chat Noir
Editado por rgrizilli em Dez 27 2007, 13h51
Fontes (ver histórico)
http://www.lechatnoir.com.br/bandas/bandas_sopor.html

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Que interessante, não sabia que há uma banda com esse nome...conheço um pintor homônimo.

Valeu mesmo!

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